quinzenal
17|ABR
2015
folhacds
^
Parlamento dos Açores vota redução de impostos
Depois de ouvidos os Conselhos de Ilha, as propostas do Governo açoriano vão agora subir a plenário para votação (16/4), prevendo-se que sejam aprovadas pelas bancadas do PS e do CDS-PP.
O CDS-PP e o Governo Regional socialista anunciaram em Fevereiro um acordo sobre esta matéria.
Na sequência desse acordo, o Conselho do Governo dos Açores aprovou a 25 de fevereiro a descida do IRS nos primeiros dois escalões e das taxas intermédia e reduzida do IVA.
De acordo com as propostas do executivo de alteração ao Plano e Orçamento para 2015 dos Açores, que agora serão discutidas no parlamento, os contribuintes que estão no primeiro e segundo escalões de rendimentos vão passar a pagar menos 30 e menos 25 por cento de IRS, respetivamente, do que no restante território nacional.
No caso do IVA, será reposto o diferencial fiscal de 30 por cento, em relação ao continente, nas taxas reduzida e intermédia.
Para compensar um impacto estimado em 18,5 milhões de euros nas receitas deste ano, o executivo açoriano aprovou também cortes em despesas de funcionamento da administração pública, uma redução de 1% no investimento público e o recurso a um "financiamento adicional" junto da banca de 10 milhões de euros.
A descida de impostos não abrange o IRC, o imposto sobre o lucro das empresas, situação que tem suscitado a crítica de alguns partidos da oposição com assento parlamentar.
A oposição tem também criticado que a descida da carga fiscal não abranja a taxa máxima do IVA, que se aplica à maioria dos produtos e que manterá a diferença de 30% em relação ao continente.
A maioria socialista e o Governo Regional, por seu turno, têm sublinhado que cerca de 90% das famílias açorianas pagarão menos impostos ainda este ano, graças a estas propostas, e que a redução do IVA abrange os "bens de primeira necessidade" e setores importantes para a região, como a indústria conserveira ou a aquisição de alfaias agrícolas.
A agenda do plenário da Assembleia Regional dos Açores desta semana inclui ainda um debate de urgência, proposto pelo CDS-PP, sobre o fim do regime de quotas leiteiras na União Europeia, que se teme venha a ter impactos negativos na região.
Ficha técnica|Contactos
SEDE NACIONAL - Largo Adelino Amaro da Costa, NRº 5, 1149-063 LISBOA
TEL : 218 814 700 * FAX : 218 860 454
Email: folhacds@cds.pt
FICHA TÉCNICA:
VICE-PRESIDENTE DO CDS-PP
COM O PELOURO DA COMUNICAÇÃO
João Pinho de Almeida
DIRECTOR
António Carlos Monteiro
DIRECTOR ADJUNTO
Nuno Serra Pereira
SUBDIRECTOR
Paulo Carvalho
EDIÇÃO E REDACÇÃO
Nuno Serra Pereira
André de Soure Dores
Alexandra Benitez
António Reis Faria
TITULO DE REGISTO NA ERC N.126667
ESTATUTO EDITORIAL DA FOLHA CDS
A publicação Folha CDS pretende ser um meio de comunicação e informação de acesso universal acerca da atividade política do CDS-Partido Popular.
A Folha CDS assume os princípios e valores éticos, sociais e democráticos do humanismo personalista de inspiração cristã.
A Folha CDS pretende contribuir para o exercício de um serviço público aos cidadãos e para a determinação da política nacional, promovendo deste modo o esclarecimento e doutrinação política num claro reforço da cidadania.
A Folha CDS acredita que a dignidade da pessoa humana, a justiça social, o Estado de Direito, a separação de poderes, o fortalecimento da sociedade civil e das suas instituições, são aspectos essenciais da mensagem a transmitir a militantes, simpatizantes e público em geral.
A Folha CDS pretende promover a reflexão e debate para uma militância activa e uma intervenção política e cívica informada que se quer construtiva, essencial ao desenvolvimento da Democracia, disponibilizando as ferramentas intelectuais para a elevação do debate político e fomentar a participação, a iniciativa e a criatividade.
A Folha CDS será um instrumento importante na aproximação entre eleitos e eleitores, enquadrando-se no processo de modernização do CDS enquanto partido político fundador do nosso sistema democrático e adaptado à sociedade contemporânea.
A Folha CDS terá uma linha editorial balanceada entre a informação e a opinião. Não colocamos de parte a objetividade e o rigor, perfilhamos aberta e declaradamente um programa político, ainda que com uma visão plural do País e do Mundo.