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17|ABR

2015

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Alqueva com 22 empreitadas em curso e 200 milhões em execução

 

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, revelou que as 22 empreitadas em curso para concluir o projeto do Alqueva, no final deste ano, envolvem um investimento público na ordem dos 200 milhões de euros.

A meta de concluir o Alqueva no final de 2015 "mantém-se e vai ser cumprida", frisou a ministra, explicando que estão, "neste momento, 22 empreitadas no terreno", com "um investimento público na casa dos 200 milhões de euros a ser executado".

"O meu compromisso era, até ao final de 2015, ter a obra concluída e posso garantir que, nesta campanha de rega, temos 88 mil hectares a regar" e que, "na próxima, teremos os 120 mil hectares concluídos", argumentou.

A ministra da Agricultura falava aos jornalistas após inaugurar a ligação do Alqueva ao perímetro de rega da barragem da Vigia, em Montoito, no concelho de Redondo, Évora, após obras que, incluindo trabalhos de beneficiação, rondaram os 5,5 milhões de euros.

O investimento público em regadio representa "um trabalho extraordinário" do país e "tem tido um bom eco junto dos agricultores", os quais "aderem cada vez mais e fazem grandes investimentos", realçou.

Por isso, disse, "os euros gastos neste empreendimento do Alqueva são euros de dinheiro público muitíssimo bem gastos porque multiplicam muito as possibilidades de investimento na agricultura".

O Alqueva é um "recurso fundamental" para a "transformação competitiva" do Alentejo, a área total de regadio no Alentejo a equipar por Alqueva é de 120 mil hectares, cerca de 88 mil dos quais disponíveis na atual campanha de rega, como já mencionado.

Actualmente, encontram-se mais 30 mil em obra, a concluir até finais deste ano, com entrada em exploração prevista para a campanha de rega de 2016.

A rede primária assegura o transporte de água das albufeiras de Alqueva e do Pedrógão para toda a área a beneficiar pelas infraestruturas de rega do projeto e a rede secundária inclui as infraestruturas de captação, adução e distribuição de água entre as albufeiras do sistema global de rega e a entrada das explorações agrícolas situadas nos perímetros de rega.

Além de novos regadios, realçou a ministra da Agricultura, o Alqueva "tem tido a possibilidade de ajudar outros empreendimentos [de rega] já existentes", de que é exemplo o perímetro da Vigia, que "tinha escassez de água".

"A cada cinco anos, havia um ano ou dois anos em que tinham falta de água. Foi possível fazer uma ligação de Alqueva à Vigia e passar a dar a garantia de estabilidade da água" a este perímetro, congratulou-se a governante.

"É este trabalho concertado entre a obra nova, a reabilitação da obra antiga e a possibilidade de ligação dos vários perímetros que eu acho que é uma aposta muito forte e muito ganha no Alentejo e no país", sublinhou.

 

Respondendo a perguntas de jornalistas, a Ministra referiu-se ao aumento de capital da empresa gestora do Alqueva - Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) - em cerca de 3,2 milhões de euros: “a EDIA é uma empresa muito endividada porque, infelizmente, no passado, a opção do Governo” anterior “não foi colocar dinheiro para fazer a obra, mas foi autorizar a EDIA a contrair dívida”, que ascende atualmente a 700 milhões de euros. A conclusão do projeto Alqueva, inicialmente prevista para 2025, foi revista pelo anterior Governo PS para 2015 e, depois, antecipada para 2013.

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